As tendências em eventos para 2017

2017

Chega essa época e começamos pensar no ano que passou e no que virá pela frente no próximo ano. Haverá alguma mudança que realmente precisamos ficar de olho ao planejar um evento em 2017? Como estará o cenário político-econômico, e como isso afetará os clientes e seus eventos corporativos? Será que haverá alguma inovação, uma tecnologia disruptiva no mercado de eventos?

Todo ano o Event Manager Blog publica as 10 tendências para o próximo ano. Dessa vez, eles não só listaram as tendências tecnológicas para eventos, como também abarcaram temas relacionados, como design de eventos, locais e seleção de destinos, mídia social e marketing digital.

Destacamos nesse artigo duas principais tendências de cada uma das quatro áreas. Leia, reflita e fique melhor preparado para produzir eventos inesquecíveis em 2017:

 

Em Tecnologia para Eventos:

- Tecnologia touch: a tecnologia nessa tendência engloba diferentes ferramentas. Ela pode, por exemplo, refletir sinais digitais em uma camiseta. A tecnologia touch engaja  o público de um jeito inovador, pois apela para nossos sentidos, tocando mais o coração que a mente.

- Diversidade: o mundo está mudando a passos largos e a questão da diversidade veio à tona com força. Finalmente a comunidade tecnológica está oferecendo ferramentas para profissionais de eventos combaterem a diversidade. E essa não é uma simples ação: significa ser agente de mudança, mudar a forma como os eventos acontecem, avançar, mudar o comportamento das pessoas com uma mensagem positiva.

 

Em Design de Eventos:

- Personalizável + Em Paralelo: na corrida de quem proporciona experiências mais individualizadas, os produtores de eventos estão adotando medidas cada vez mais drásticas para personalizar experiências. Nesse sentido, você já esteve em um ‘evento silencioso’, em que as palestras acontecem paralelamente, com os palestrantes dividindo o mesmo palco? O participante tem o poder de escolha nas mãos, bastando selecionar em seu aparelho de áudio o canal da palestra que quer ouvir. Inusitado? Pois saiba que está se tornando mais comum do que nunca, inclusive em eventos tech brasileiros.

- Todo mundo é designer: sem dúvida, os melhores projetos de eventos são resultado de exercícios coletivos com 3 ingredientes básicos. Primeiro, tempo para trabalhar com antecedência. Segundo, os designers de eventos mais bem sucedidos possuem talentos diversificados dentro da sua equipe. Equipe essa que se compromete profundamente no design dos eventos, sendo capaz de resolver os maiores desafios. Por último, os designers de eventos podem aplicar atualmente comprovadas metodologias visuais para projetarem seus eventos do começo ao fim.

 

Em Destino e Seleção de Local:

- É sobre capital intelectual, e não infraestrutura física: desde sempre os locais de eventos se vendiam pela sua infraestrutura: um centro de convenções grande, acomodações luxuosas. Contudo, infraestrutura hoje é um requisito básico para quem quer sediar eventos, não é mais diferencial. É preciso ir além. Por isso, hoje os destinos que mais se sobressaem são os que se fazem conhecidos por outras credenciais, como capital intelectual e centros de conhecimento. É preciso ser criativo, e saber vender seus diferenciais.

- Viva como um local: hoje busca-se muito que os eventos proporcionem experiências autênticas. As pessoas querem viajar para participar de eventos e ter a experiência verdadeira de um residente local, pegando transporte local, comendo comida local. As plataformas de economia compartilhada como Airbnb já se  ligaram nisso: o próprio Airbnb já ajuda viajantes a experimentarem viver por alguns dias como locais, oferecendo programas que possibilitam a interação entre residentes e turistas.

 

Em Mídias Sociais e Marketing Digital:

- Dados são tudo: é necessário apresentar dados para vender um evento não apenas para expositores e patrocinadores; hoje os participantes também querem ver números antes de se registrarem: percentagem de expositores por segmento, tópicos discutidos, crescimento no número de participantes, tudo isso ajuda as pessoas a decidirem se o evento será bom para eles ou não.

- FOMO – Fear of Missing Out: ou ‘o medo de ficar por fora’. Os tempos definitivamente são outros. A valorização de bens materiais deu lugar à experiência, como viagens e eventos. Assim, a disputa pelo tempo e atenção dos jovens se tornou acirradíssima. Curtidas e comentários em publicações de redes sociais têm motivado os consumidores a compartilharem suas experiências com amigos e seguidores. E quanto mais os eventos são comentados nas redes, mais novos participantes querem aderir a ele, pois não vão querer ficar de fora de algo que está tão em alta.

E aí, você concorda com essas tendências no mercado de eventos? Se quiser ver a lista completa com os 40 tópicos, clique aqui.

Comentários