12 dicas para sobrar mais tempo no dia-a-dia dos produtores de eventos

Que a gente tem uma vida corrida, ah, isso é inegável! Produtores de eventos trabalham enquanto todos se divertem, porque eventos podem acontecer de manhã, à tarde, à noite, nos fins de semana. Não existe regra. Dá a sensação de que não sobra tempo para mais nada – quem aqui se identifica? Mas, com organização e disciplina, você vai ver que vai aparecer um tempo extra no seu dia para você conseguir desacelerar.

O site Event Manager Blog divulgou uma lista com essas dicas valiosas, e nós trouxemos nossa visão delas para vocês.

Dicas para sobrar mais tempo no dia-a-dia dos produtores de eventos

Fonte: Graphic Stock

Dicas para fazer sobrar um tempinho no final do dia

  1. Crie uma rotina positiva

Quem trabalha com eventos dificilmente consegue ter uma rotina. Contudo, a rotina ajuda as pessoas a terem uma vida mais organizada e produtiva. Para ficar mais fácil, tente adotar hábitos e respeitar um cronograma. Mesmo pequenas coisas, como responder e-mail durante um determinado período do dia, irá liberar mais tempo na sua agenda. Você vai ver que seu trabalho se tornará menos frenético e fluirá melhor.

  1. Comece o dia cedo

Para a grande maioria das pessoas, acordar cedo é um martírio. Mas, começar o dia cedo tem suas vantagens e o esforço vale a pena. Saindo mais cedo da cama você terá uma horinha a mais no seu dia – parece pouco, mas isso terá um forte impacto em tornar o dia mais produtivo. A dica é começar aos poucos, levantando 15 minutos mais cedo a cada semana e, ao final do mês, você já estará saindo da cama uma hora antes do que de costume. Aproveite esse tempinho logo cedo para fazer algo que gosta, como ir para a academia, escrever ou preparar um super café da manhã. Ter um começo de dia produtivo e agradável te deixará mais motivado a continuar com a nova rotina.

  1. Ajuste suas horas de trabalho

Você produz mais de manhã ou é daqueles que está com toda energia à noite? Obviamente os eventos acontecem em qualquer período do dia, mas você pode se programar para fazer a maior parte das suas tarefas no período do dia que você sabe que rende mais.

  1. Organize horas oficiais para o escritório

É normal que produtores de eventos com cargos de gerência ou mesmo proprietários da empresa tenham uma flexibilidade de horários maior. Contudo, muitas vezes isso os leva a trabalharem mais, sem hora certa para pararem. Se você se reconhece nessa situação, tente determinar horas ‘oficiais’ para trabalhar no escritório, como se tivesse mesmo que se reportar a um chefe. Nesse tempo, foque no trabalho que precisa ser feito e você verá que no fim do dia, terá mais tempo livre.

  1. Automatize tudo que puder

A automação é uma forte tendência, que já faz parte da rotina de muitas empresas. De e-mails marketing às redes sociais, para tudo hoje há uma solução de automação. Então, tire proveito disso. Analise todas as tarefas que você faz normalmente e pense quais podem ser programadas com antecedência. Assim que você automatizar algumas tarefas, elas serão feitas sem necessidade de qualquer  trabalho adicional seu.

  1. Técnica Pomodoro

A técnica Pomodoro consiste em pequenos momentos muito produtivos de trabalho, divididos por curtos intervalos. A ideia é se tornar mais produtivo sabendo que terá um intervalo logo mais. É ótimo também para incentivar as pessoas a saírem um pouco da mesa e se movimentarem. Há inclusive ferramentas na web que ajudam, com o Tomato Timer.

  1. Cheque os e-mails com menos frequência

É um vício checar a caixa de entrada, não é mesmo? Mesmo quando não estamos aguardando por nada especial, abrimos para ver se entrou e-mail novo. E não nos damos conta do tempo que perdemos fazendo isso. Para ser mais produtivo, tente checar os e-mails em certas horas, como no começo e no final do dia. Não é fácil, mas faça logout da sua conta no smartphone, para as notificações não te tentarem, e feche a janela no computador também. Ao checar a caixa de entrada com menos frequência, você conseguirá ser mais estratégico nas respostas. E ainda, vai ver que poderá concluir outras tarefas mais rapidamente, já que não estará parando toda hora que um e-mail chegar, perdendo todo o foco.

  1. Evite ser multitasking

Antes ser multitasking era um requisito sempre pedido em um profissional de eventos. Entretanto, quando fazemos muitas tarefas ao mesmo tempo não conseguimos nos dedicar 100% a nenhuma delas, e corre-se o risco de deixar passar despercebidos detalhes importantes. Em alguns momentos é importante ser multitalking – por exemplo, na hora que um evento está ocorrendo – mas nos trabalhos pré e pós-evento é importante saber focar em um projeto de cada vez para aumentar a qualidade e eficiência na entrega.

  1. Desconecte

Talvez esse seja um dos desafios mais difíceis dessa lista. Em um mundo tão absurdamente conectado, se desconectar requer muita força de vontade. Mas experimente fazer isso por uma ou duas horas e você verá que a concentração será mil vezes maior, principalmente em atividades que não sejam operacionais, como escrever, criar, editar, estudar. Muito mais produtividade em muito menos tempo.

  1. Contrate suporte apropriado

Por mais que tentemos dar conta de tudo, chega uma hora que precisamos de ajuda. Por isso, saber delegar e confiar no trabalho dos outros conta muito. Que tal pedir para alguém fazer aquela tarefa que você não gosta, não está com tempo ou não é tão bom? Com certeza há gente interessada em um estágio ou trabalho temporário. Tenha claro o perfil do candidato que precisa, e não tenha receio de gastar com contratações quando precisar de assistência. Verá que não será gasto, e sim investimento.

  1. Procure ajuda de voluntários

Voluntários são uma grande ajuda para produtores de eventos. Procure voluntários que possam te ajudar a realizar grandes eventos, que demandam muito tempo ou trabalho. Ter um grande grupo pode ajudar esses projetos a fluírem super bem, além de economizar tempo, energia e, claro, dinheiro.

  1. Analise seu tempo

Se você estiver com a sensação de que está difícil manter o trabalho em dia, deve ser hora de pensar em como você gasta seu dia. Será que não está perdendo muito tempo em redes sociais ou no intervalo do cafezinho? Lembrando que fazer pausas é importante, mas se perder no tempo irá atrapalhar muito a produtividade.

Um dia tem apenas 24 horas, ainda não inventaram uma máquina capaz de prolongar o dia. Entender o seu dia-a-dia e como ele pode render mais é super importante.

Saindo do básico nos eventos corporativos de integração de equipes

Quem trabalha com produção de eventos já pode muito bem ter ouvido de algum cliente: eventos de integração de equipe realmente funcionam, dão o resultado esperado, ou no fim são uma perda de tempo?

Quando feitas corretamente, as atividades de integração de equipes conseguem estreitar o relacionamento entre os funcionários, aumentando a confiança dentro da equipe, diminuindo atritos e fortalecendo a comunicação e o trabalho colaborativo. É uma ótima estratégia motivacional para trazer mais energia no dia-a-dia e entregas mais criativas e eficientes.

O Mashable destacou como algumas empresas – algumas delas dentre “as melhores empresas para se trabalhar” – saem do básico nos eventos corporativos de integração de equipes. Confira e se inspire:

  • Spongecell – a Spongecell é uma premiada agência de tecnologia de publicidade. Os seus eventos corporativos de integração de equipes são de nível global: funcionários de todos os escritórios se reúnem na sede de Nova Iorque por uma semana – uma vez por ano para toda a empresa, e duas vezes por ano para os departamentos. O evento de integração, que aborda troca de ideias, colaboração em projetos e até mesmo a prática de esportes, é uma oportunidade para os funcionários construírem relacionamentos e contribuírem com seus colegas de área, bem como colegas com os quais não têm muito contato no dia-a-dia.

Eventos corporativos de integração de equipes

Fonte: http://mashable.com/

  • SoftRock – há maneira melhor de se criar espírito de equipe dentro e fora do escritório do que começar um time esportivo? Afinal, jogar – e trabalhar – como time requer comunicação constante e um esforço conjunto para se alcançar os objetivos. É assim que pensa a SoftRock, uma companhia de mídia premiada, que utiliza competições esportivas nos seus eventos de integração de equipes. Além disso, a empresa encoraja os empregados a pensarem em novas atividades de integração, proporcionando-lhes espaço e suporte.
  • Chegg – o site de revenda de livros estudantis Chegg acredita que uma empresa que trabalha unida por uma causa social não apenas incentiva o trabalho em equipe, como também presta uma contribuição valiosa à comunidade. Além disso, participar de eventos filantrópicos pode ser bom para os negócios. A empresa mata dois coelhos numa cajadada só ao encorajar os funcionários a participarem de atividades de integração de equipes que beneficiem a comunidade – com isso esses funcionários ganham cindo dias de folga por ano. Os projetos voluntários vão desde o plantio de árvores e construção de casas à doação de comida aos necessitados.
  • Snagajob – o Snagajob é uma rede de trabalhos por hora para candidatos e empregadores. Para a empresa, criar um certo nível de competição entre os funcionários não é só saudável como fortalece os laços profissionais. Nos eventos corporativos de integração de equipes a empresa realiza o “Office Olympics”, em que funcionários de diferentes departamentos formam times e competem em vários desafios relacionados ao negócio durante o horário de almoço. A Zurb, uma empresa de design, é outra que incentiva a competição saudável – os funcionários se reúnem para solucionar desafios criativos em apenas 15 minutos. Atividades de integração como essas são ótimas porque demandam baixo investimento, rápida implementação e ainda criam uma atmosfera de trabalho super agradável.

A tecnologia dominou os eventos paralelos ao jantar dos correspondentes da Casa Branca

O jantar anual dos correspondentes da Casa Branca  é considerado uma das festas tradicionais do calendário de eventos americano. A edição de 2016, que aconteceu no final de abril, no grande salão do Hotel Hilton de Washington, reuniu aproximadamente 3.000 convidados, dentre jornalistas, celebridades, políticos e autoridades. O jantar é o centro de uma série de eventos que ocorrem paralelamente. O 102º jantar foi marcado pelo bom humor do presidente Obama que, em seus últimos meses de mandato, aproveitou para brincar sobre como será sua vida após se aposentar da Casa Branca.

Jantar dos correspondentes da Casa Branca

Fonte: http://www.bizbash.com/

Brincadeiras à parte, quem levou a sério o evento foram as empresas de tecnologia, que se juntaram às mídias tradicionais para criar engajamento através de games e ações locais, que levaram os convidados compartilharem nas redes tudo o que estavam presenciando.

O Google aproveitou a ocasião para apresentar seu Instituto Cultural: através de tecnologia touch-screen, os convidados podiam navegar por coleções de arte de museus ao redor do mundo, que é justamente o objetivo do programa.

Cabines de fotos tradicionais e em suas versões 360 graus estavam presentes em muitas festas, como a do Washington Post, Twitter, MSNBC e CNN. No evento da Thomson Reuter, as fotos dos convidados foram incorporadas à decoração da festa, com as imagens passando em aparelhos Samsung Galaxy Note alinhados na decoração de uma das paredes.

Ainda na festa da Reuter, uma experiência de realidade virtual mostrava através de um vídeo imersivo como é para os jornalistas cobrir a Casa Branca – as sequências incluíam cenas de uma coletiva de imprensa, a Sala Oval, o Garden Rose com os pets Sunny e Bo, dentre outras.

A Atlantic Media organizou uma série de eventos, como um café da manhã com um painel de celebridades, atletas, senadoras e jornalistas, todas mulheres, discutindo a desigualdade de gêneros.

No evento “Swipe the Vote” (na tradução livre, “Passe o Voto”) do Tinder e Independent Journal, grandes cartazes imitando perfis de relacionamento, com fotos dos candidatos (à presidência americana) jovens, decoraram o corredor por onde os convidados chegavam. E nas cabines de votação, os convidados podiam ‘deslizar para a direita’ (como o mecanismo do Tinder quando se gosta de alguém) para votar para o rei e rainha do baile.

Relacionamento com fotos dos candidatos

Fonte: http://www.bizbash.com/

No evento do Washington Post os convidados puderam ter um gostinho de como será sua série de vídeos em 360 graus, filmada em Galápagos, e que será lançada brevemente no site do jornal e canal do YouTube.

Você pode conferir mais do que aconteceu nessa compilação do Bizbash.

Por que você deveria conhecer o Pint of Science

Por que você deveria conhecer o Pint of Science

A resposta é simples: porque o Pint of Science é um festival que leva a ciência para a mesa de bar. Perfeito, não? É na mesa de bar que aparecem os maiores experts em vários assuntos, que vão de futebol e política, passando pela astrologia até chegar na gastronomia e economia. Em uma mesa de bar fala-se de tudo, e todos são super entendidos sobre qualquer assunto! Mas e quando se trata da área científica, será que as pessoas têm a mesma desenvoltura para tratar do assunto?

Afinal, o que é o Pint of Science?

A ideia do Pint of Science nasceu de dois cientistas pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul.

Em 2012, eles organizaram um evento chamado “Meet the Researchers” (na tradução, “Encontre os Pesquisadores”), que tinha como objetivo levar pessoas com Mal de Parkinson e de Alzheimer, doença do neurônio motor e esclerose múltipla para verem, em seus laboratórios, os tipos de pesquisas em que estavam trabalhando. Como eles próprios dizem no site, o evento foi inspirador tanto para os visitantes como para os próprios pesquisadores. E daí eles pensaram que se as pessoas estão dispostas a irem aos locais de trabalho dos cientistas, os cientistas também deveriam sair para encontrar as pessoas do lado de fora. E foi assim que nasceu o festival Pint of Science, em maio de 2013, com grandes nomes do meio científico em campos variados dispostos a conversarem com os amantes da ciência – e da cerveja – sobre seus achados e inovações.

Um festival que reúne cerveja e ciência em uma mesa de bar não tinha como dar errado!

O evento busca transformar a informação científica em algo divertido, envolvente e acessível, e disponível, claro, em pubs. A ideia é tirar da cabeça das pessoas que a ciência é algo complicado de se entender ou distante da nossa realidade. Os organizadores se esforçam em levar os cientistas mais interessantes para falar sobre suas pesquisas, e tudo o que as pessoas precisam fazer é se sentar e ouvir enquanto tomam sua cervejinha, e depois ainda podem fazer perguntas e debater.

Onde o Pint os Science acontece?

O Pint of Science tem se espalhado tanto que já chegou ao Brasil. Aliás, em maio desse ano o evento aconteceu em 12 países simultaneamente (e mais de 100 cidades): Reino Unido, Irlanda, França, Itália, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Brasil, Austrália, Canadá, Áustria e África do Sul. É possível encontrar no site de cada país as cidades envolvidas e os cientistas e temas abordados. Para acessar o site da edição brasileira, clique aqui.

Pint of Science

Fonte: http://pintofscience.com.br/

A ciência está tão presente em nossas vidas que muitas vezes nem nos damos conta. O Pint of Science traz o campo científico para perto de nós, em uma mesa de bar (!) – jeito mais simples, impossível – e nos ajuda a enxergar como o trabalho dos cientistas é importante e influencia demais nosso cotidiano.
A gente adora iniciativas como essas, e vocês?!

 

Como fazer um apresentação a la Steve Jobs

Inspirador.

Assim era visto Steve Jobs nos eventos, em especial nos tão aguardados lançamentos de produtos da Apple. Ainda hoje é difícil encontrar alguém com o talento que ele tinha para apresentação – aliás, Jobs influenciou tanto o modo como os líderes se comunicam que há muitos executivos mundo afora tentando copiá-lo ou se inspirando nele.

Mas qual era o segredo de Steve Jobs? O que era aquele ‘algo a mais’ que os eventos da Apple comandados por ele tinha que os outros normalmente não têm? O que o transformou em um dos maiores storytellers do mundo corporativo?

As apresentações do CEO da Apple eram eventos extraordinários e aguardados com grande expectativa. Além de informação, seus eventos também levavam inspiração e entretenimentos aos convidados.

Talvez não haja segredo algum para o sucesso dele, mas sim uma junção de fatores: talento, visão, paixão e prática – acredite, esses dois últimos fazem muita diferença. A paixão transparece para o público, e a prática, como sabemos, leva à perfeição.

O que aprender com os eventos de Steve Jobs?

 

  • Estabeleça uma conexão pessoal

Se tinha uma coisa que Steve Jobs fazia bem era tornar as coisas pessoais. Não era apenas a venda de produto puramente – todos os eventos e produtos por trás dele tinham personalidade. Se você cria uma conexão pessoal com o público do seu evento – assim como Jobs fazia – fica muito mais fácil atrair a atenção desejada. Não deixe a apresentação entediante com informações técnicas – ao invés disso, conte a história do produto e mostre por que as pessoas precisam dele. Quando o iPod foi lançado em 2001, o evento de lançamento girou em torno da paixão das pessoas por música: “a música faz parte da vida de todos”. E mais: “com nosso jeitinho nós vamos tornar o mundo melhor”. Para os outros era apenas um aparelho de música, para ele era uma ferramenta que enriqueceria a vida das pessoas. Tornando a nossa vida e nosso mundo melhor, ele falou direta e pessoalmente com sua audiência.

 

  • A regra dos três

Steve Jobs era mestre em usar a regra dos três em suas apresentações: nos eventos da Apple, tudo é anunciado em três – três produtos, três novidades, etc. De acordo com a Forbes, três é “o número mais persuasivo na comunicação”. Nossa memória curta funciona bem para lembrar pequenas doses de informação, portanto, focar em três pontos fortes torna-os mais efetivos e fáceis de serem gravados pela audiência.

 

Assista o lançamento do iPod em 2001 e veja que muitos dos slides contêm três pontos: “three major breakthroughs“, “ultra-thin hard drive” ou “30 times faster“, por exemplo. E nas falas dele, o mesmo processo – em certo momento ele enfatiza ‘iMac, iBook and iPod”. Assim ele conseguia prender a atenção das pessoas e alimentá-las com pequenas quantidades de informação, que elas podiam reter e passar adiante.

Ou seja: preocupe-se em levar uma apresentação simples ao evento, ao invés de jogar uma lista interminável de dados e informações ao público. O que quer que você queira vender no evento, seja uma ideia, serviço ou produto, não desperdice o tempo com informações desnecessárias que serão perdidas. Foque nos pontos chaves em grupos de três, como Jobs fazia com excelência, e deixe que o público encontre mais informações posteriormente em seu site.

 

  • Posicione sua marca ou produto com uma frase simples

“Hoje a Apple reinventa o telefone”. Basta uma busca no Google por essa frase (434.000 resultados) para ver o poder de um produto bem posicionado. Essa frase foi usada por Jobs no evento de lançamento do iPhone e repetida por ele várias vezes durante a apresentação. No ano seguinte, em 2008, Jobs lançou o MacBook Air com a frase “o notebook mais fino do mundo”. Frases simples, mas que dizem muito, capturam a essência da mensagem que precisa ser entregue. E melhor, cabem em um tweet com 140 caracteres. Pense simples!

8 dicas de ouro da Produtora de Eventos da Rainha Elizabeth

Lady Elizabeth Anson é produtora de eventos da Rainha Elizabeth II por mais de 50 anos. Prima da rainha, Lady Elizabeth é filha da Princesa Anne da Dinamarca, e neta do Rei George VI. Além da rainha, ela tem outros clientes-celebridades, como Tom Cruise e os Rolling Stones, e outros famosos que procuram por ela quando querem discrição nos seus eventos.

Promotora de eventos Lady Elizabeth Anson

Fonte: http://www.thesundaytimes.co.uk/

Em uma entrevista ao The New York Times, ela deu suas dicas para produção de eventos, sejam eles para a realeza ou não. Há oito regras que ela segue à risca ao organizar seus eventos:

  1. O convite dá o tom do evento – Se você tem um convite com aparência barata, segundo ela, as convidados vão imaginar que haverá vinho azedo e comida péssima no evento. E não queremos isso, certo? Algo simples porém elegante é a medida certa.
  2.  Festas boas não têm que ser extravagantes – “Uma festa com uma mesa com bons vinhos e massas ou salsinhas e um purê saborosos pode fazer tanto sucesso quanto uma mesa com caviar, ostras e lagostas”, diz Lady Elizabeth. E continua “Ingredientes caros não são tudo. O que importa são as pessoas”.
  3. Boa iluminação é essencial – Depois dos convidados, o item mais importante na produção de um evento é a utilização de uma iluminação apropriada. A iluminação tanto pode resolver como estragar tudo. “Você pode usá-la para fazer as pessoas parecerem mais bonitas e para dividir um grande ambiente”.
  4. Faça todos se sentarem – quer um jeito de fazer os convidados irem logo para suas cadeiras? Diga a eles que a comida já será servida e que será ‘suflê’ – segundo Lady Elizabeth, a deixa do suflê nunca falha, mesmo quando a comida é outra ;).
  5. Acomode todos as pessoas chatas juntas (!!) – sim, e a produtora de eventos da rainha britânica ainda diz que essa é a melhor dica dela.
  6. Uma mesa de jantar redonda é a melhor opção – a produtora de eventos diz que é feliz por ter uma mesa redonda em casa, e poder deixar os protocolos de lado – não ter que decidir quem é o convidado mais importante e onde ele deve sentar. “Torna a vida mais fácil”, ela diz. “Se houver um duque, ele pode se sentar em algum lugar oposto a mim se eu achar que há alguém mais interessante que quero sentado ao meu lado”.
  7. Atenda o telefone – é a maneira mais rápida de deixar tudo organizado, e deixa pouco espaço para mal entendidos. Ela diz que sabe que está fora de moda, mas é instantâneo: “não quero e-mails intermináveis”.
  8. Termine a festa quando houver pelo menos 20 pessoas na pista de dança – “Se você deixar ir acabando gradualmente, é a morte”, acredita a produtora de eventos “Em toda minha carreira só cometi um erro, que foi ser convencida a reiniciar a banda. Foi um fracasso”. Anuncie (ou peça que a banda o faça) que será a penúltima música, e peça para o bar parar o serviço. “As pessoas saem mais rápido quando não podem mais beber”.

E aí,concorda com as dicas da produtora de eventos da rainha Elizabeth?!

 

SxSW 2016 já teve presença até de Barack Obama

O South by Southwest (SxSW) é um evento – ou melhor, um festival e conferência – internacionalmente conhecido. É um grande evento cultural e de economia criativa que oferece uma convergência única entre músicas originais, filmes independentes e tecnologias emergentes.

Evento Sxsw 2016

Fonte: http://www.sxsw.com/

Ano após ano o evento funciona como uma plataforma para lançamento de novos conteúdos criativos em temas como música, cinema, tecnologia, criatividade, games, esportes, saúde, gastronomia e moda, além de expressões artísticas. Apresentação de novas mídias, performances musicais e exibições de filmes geram barulho para os criadores, além de serem ótimos entretenimentos para o público. Painéis de discussão apresentam fóruns para aprendizado, atividades de negócios prosperam nos trade shows, e oportunidades globais de networking abundam. Intelectuais e criativos misturados aos líderes de mercados continuam a espalhar novas ideias e construir o caminho para o futuro de cada segmento em evolução, por muito tempo após o fim dos eventos.

O SxSW começou no dia 11 de março e vai até o dia 20. Pretende reunir alguns milhares de pessoas vindas de 85 países diferentes. Dentro do festival acontecem 10 feiras, que devem contar com cerca de 270 mil visitantes e 85 mil congressistas.

O SxSW já teve presença até de Barack Obama na edição atual. Pela primeira vez um presidente norte americano foi keynote de uma das salas de conferência. Ele falou sobre engajamento cívico, empreendedorismo e audiência criativa no século 21. Ele falou sobre terrorismo, democracia, novas tecnologias, pedofilia e até sobre o caso atual da Apple com o FBI. Questionado sobre isso, ele respondeu: “a sociedade vai ter que ceder um pouco em sua privacidade se quiser prender pedófilos ou desmascarar terroristas”. Confira como foi:

A primeira-dama, Michelle Obama, participa do SXSW Music para discutir a iniciativa “Let Girls Learn” (“deixe as garotas aprenderem”), que tem como objetivo quebrar as barreiras para as 62 milhões de meninas ao redor do mundo, mais da metade adolescentes, que não frequentam uma escola hoje em dia.

Na edição desse ano do SxSW o Brasil tem o maior estande nacional – o espaço conta com 37 empresas apresentando a criatividade brasileira, claramente para aproveitar a chance de prospectar contatos e fazer negócios.

Burning Man: uma cidade criada (e depois destruída) só para um evento

Você já ouviu falar no festival Burning Man?

O Burning Man é uma rede de pessoas inspiradas pelos valores refletidos nos “Dez Princípios” (explicaremos quais são eles mais adiante) e unidos pela busca de uma existência mais criativa e conectada.

Burning Man: uma cidade criada só para um evento

O movimento nasceu em 1986, quando o carpinteiro Larry Harvey e seu amigo Jerry James, insatisfeitos com o mundo, resolveram improvisar uma figura de madeira de 2,5 metros de altura e colocá-la em Baker Beach (São Francisco) no solstício de verão. Eles começaram a queimar a estátua e um grupo de curiosos começou a se juntar para ver o que estava rolando por ali.

Nos anos seguintes o evento da queima foi atraindo cada vez mais gente, até que teve que mudar de local. Em 1990 aconteceu o primeiro festival no deserto de Nevada e o Burning Man foi ganhando mais popularidade e mais dimensão – das 35 pessoas iniciais, de 1986, o evento conta hoje com 70 mil participantes, uma estátua de 32 metros, performances, muita arte, carros decorados, muitas invenções criativas e tecnologia.

Festival Burning ManThe Man over the Mystic Midway, 2015. Foto de Bill Klemens.

Dizem que o Burning Man é o maior festival de contracultura do mundo. Pelo seu tom hippie, alguns o comparam ao Woodstock da Era Digital. Na realidade é um experimento social que busca ser uma alternativa para a cultura de massas e a sociedade consumista.

Burning Man: Uma cidade construída só para um eventoPôr do sol no R-Evolution de Marco Cochrane, 2015. Foto de Mark Hammon.

Durante todo o ano é construída a Black Rock City, uma cidade no meio do deserto, onde o festival acontece. Pessoas nuas com os corpos pintados, barracas enfeitadas, instalações gigantescas, sol forte, é o que se vê por lá. O Burning Man celebra a vida em comunidade, a arte, a liberdade de expressão artística, a autossuficiência, a meditação, a tecnologia e uma sociedade livre de capital, e qualquer outra coisa que rompa a barreira dos costumes e do capital. A ideia é que não importa o que você faça, desde que seja criativamente e sem medo do ridículo.

Tudo é organizado pelos participantes e não se paga por praticamente nada. Apenas o espaço é oferecido – com uma infraestrutura mínima para as necessidades fisiológicas. Cada um é responsável por levar seus mantimentos e recursos para sobreviver na semana do evento. Como o festival acontece no meio deserto, vale lembrar que nem água e nem vegetação tem por ali.

Festival Burning ManTemple of Promise de Dreamers Guild, 2015. Foto de luksz.

Veja os 10 princípios do Burning Man:

– Inclusão Radical
– Presentear
– Desmercantilização
– Autoconfiança radical
– Autoexpressão radical
– Esforço comum
– Responsabilidade civil
– Não deixar traços
– Participação
– Urgência

No último dia do evento as instalações da cidade são queimadas, simbolizando o encerramento de um ciclo. Não sobra nenhum lixo. Tudo é deixado exatamente como foi encontrado.

Burning Man: A cidade construída só para um eventoBurning Man Fury Road, 2015. Foto de John Chandler.

O Burning Man desse ano acontecerá entre 28/08 e 05/09.

Dizem que é daquelas experiências que precisamos viver uma vez na vida.

Deu vontade de ir?!

Imagens do site Burning Man.

Os números de um dos maiores eventos esportivos do mundo: o Super Bowl

Por aqui quase sempre falamos sobre eventos corporativos, eventos motivacionais, eventos de integração, e por aí vai. Mas sempre que algum outro tema interessante no mundo dos eventos surge, gostamos de fazer algumas boas pesquisas para ver o que de tão interessante esses outros eventos têm.

É o caso do Super Bowl (uma breve explicação para quem não é do mundo esportivo: é um jogo do campeonato da NFL – National Football League –, a principal liga de futebol americano dos Estados Unidos). A última edição aconteceu recentemente, no dia 7 de feveiro, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. O Super Bowl 50 celebrou a quinquagésima edição do Super Bowl e decidiu o campeão da temporada de 2015 da NFL entre o Denver Broncos e o Carolina Panthers.

Os números do grande evento, como sempre, impressionam:

Super BowlFonte: Freepik

Como contornar as diferenças culturais em eventos corporativos internacionais

Vai organizar uma conferência ou um coquetel e seus convidados vêm de países diferentes? E você sabe como contornar as diferenças culturais em eventos corporativos internacionais?

O mundo está cada vez mais globalizado

Fato que não se pode negar é que a globalização é uma realidade já faz muito tempo. E o avanço na tecnologia foi um dos grandes facilitadores nesse processo. É fácil, fácil, pegar o celular e ter acesso ao que está acontecendo à milhas daqui – até uma criança faz isso. Também já não é um bicho de sete cabeças fazer uma videoconferência com empresas de outros países, e nem viajar para participar de eventos no exterior. Contudo, um mundo cada vez menor não quer dizer que os costumes das pessoas estão se tornando os mesmos. As diferenças culturais existem, e saber respeitá-las pode fazer toda a diferença no sucesso de um negócio, ou no sucesso de um evento corporativo internacional.

Eventos corporativos realizados por empresas pequenas

Evento corporativo para a Allianz. Fonte: i2 Produções

Brasileiros apertam as mãos, japoneses se curvam

O evento corporativo está começando e os convidados internacionais estão chegando. Já na hora do cumprimento situações embaraçosas podem surgir. Brasileiros – ou latinos de um modo geral – estão acostumados a tocar nas pessoas, e abraçam ou beijam mesmo não tendo intimidade com os demais. Os asiáticos já não se sentem à vontade com o toque. Os japoneses, por exemplo, se curvam em reverência. Para os muçulmanos, um breve contato visual é considerado o normal.

No fim do evento, se a ideia é celebrar um negócio ou agradecer pelo convite, o aperto de mãos é aceito em muitos países; já na Índia, dizer apenas “Namastê” é suficiente. Na hora de fazer a troca de cartões de visitas, para os chineses é sinal de respeito entregá-lo segurando com as duas mãos, e eles esperam que as pessoas recebam com as duas mãos também.

Os dias do evento corporativo também precisam ser bem pensados conforme sua lista de convidados. Dependendo da cultura, sábado ou domingo podem ser dias de descanso, e algumas pessoas poderão não comparecer ao seu evento de fim de semana.

Novas regras de etiqueta dos eventos corporativos

Forma de comprimento no Brasil.

Conhecer a audiência do evento é fundamental

Qualquer evento corporativo requer algo essencial do produtor de eventos: conhecer o público. E isso deve se dar principalmente quando existe diversidade cultural entre os participantes. Treinar sua equipe também é uma ótima ideia para que ninguém cometa gafes. Apenas tome cuidado com generalizações ou estereótipos. Às vezes a própria cultura organizacional é o que pode fazer a diferença em um evento. Por isso esse conhecimento é tão importante.

Muitas vezes as diferenças culturais são sutis, mas podem afetar até a escolha do menu do evento, do horário, do layout da decoração. Respeito e flexibilidade são palavras-chaves em eventos corporativos internacionais.